segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Direito de Família



Alguns detalhes mudam tudo. A primeira versão desta tira fecha o tema de modo dramático, mas muito sutil, praticamente imperceptível na verdade. 








Para clarear a compreensão de uma imagem muitas vezes é necessário a redundância, ou a ênfase. Na segunda versão, a imagem de Abel ganhou mais destaque com um "sol" ao fundo e um pequeno contraste com a superfície do terreno reforçaram a presença do corpo caído. 

A ilustração foi desenvolvida para um material sobre Direito de Família.


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Jerônimo, O Herói do Sertão


Após estrear uma novela raiofônica em início dos anos 50, o personagem ganhou vida nos gibis, em eventos de caridade e shows e em telenovelas.

O personagem, criado pelo produtor Moisés Weltman, foi novela em 72 pela Tupi e depois pelo SBT já em 1984. Nas duas versões televisivas o herói foi vivido por Francisco di Franco. Ator de prestígio, trabalhou em várias produções do cinema nacional com destaque para "O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão", 1977.
Além da versão formato americano/PB publicada pela Rio Gráfica Editora, o quadrinho teve uma versão formatinho em cores pela Bloch cujo número 01 vc pode fazer o download aqui.




Se vc tem curiosidade pra ver como era a TV na época do Jerônimo, do tubo catódico, dos transformadores e das classificações de censura antes de cada programa, o link é esse: TV a Lenha

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Contando Histórias


Contar histórias é uma atividade ancestral do homem, que narrava fatos antes mesmo de possuir o domínio da palavra. Com o advento desta, a transmissão de informação e conhecimento ganhou força.

Os quadrinhos são fruto do casamento entre texto e imagem e a produção de histórias para esta mídia ganha forma física nesta peça técnica que chamamos de roteiro. Existem diversas maneiras, estruturas e formas de roteiro para quadrinhos, mas sua função básica é deixar o desenhista ciente de quais imagens evocar para o leitor através do seu traço.

Clareza, Lucidez e organização são elementos que ajudam bastante no processo de elaboração de uma história. Independente do tema ou do gênero uma história tem que ser compreensível, isto é o mínimo que se pode pedir de qualquer narrativa, seja quadrinizada, animada, interpretada e por aí vai. Histórias incompreensíveis não merecem a energia gasta no processo de contá-la. E já que o assunto é roteiro abaixo segue um manual para download. Sugiro que vc baixe logo, pois imagino que será apagado em alguns dias.

Guia de Roteiro - DOWLOAD

E como quadrinhos são apenas uma das possíveis maneiras de materializar uma história, acho que vale uma visita ao: Do Conto ao Encanto

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Caderno de Desenho

Segue uma página do meu caderno de desenho. A maioria dos esboços são estudos à partir do livro do Joe Kubert e de outros artistas como John Buscema. Hal Foster, All Williamson, Stan Drake, Alex Raymond são outros clássicos cujo traço acho didático além de encantador. Entre os artistas contemporaneos Ivan Reis e Carlos Pacheco equilibram uma bela plasticidade e composições competentes.

Acho que os desenhistas estão sempre praticando e tentando aprimorar suas habilidades. Retomar o básico é sempre uma boa maneira de continuar a aprender e descobrir novas maneiras de olhar e executar um desenho.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cosplay !

Tara Perry é apresentadora do videocast Movie Maden no Mania.com. Na edição que colei aqui no post, ela apresenta 5 dicas para fazer um Cosplay. Ok, ok...algumas pessoas não sabem o que é um Cosplay, então vamos lá. COStume (uniforme)+ PLAYer (Pessoa que Interpreta). Trata-se de uma terminologia usada para designar fãs que vestem uniformes de seus personagens favoritos em eventos especiais de games, animes, quadrinhos etc.

Algumas pessoas se referem ao Cosplay com a designação de "Fantasia". Mas um concurso de Cosplay trancende o raso conceito de "fantasia" à partir do momento em que o Cosplayer (praticante do Cosplay) deve não apenas vestir-se como o personagem, mas atuar, interpretar o personagem e com isto possibilitar a projeção e imersão de outros fãs no universo que cerca o personagem.

Apesar de ter se tornado popular à partir das convenções de anime e de quadrinhos (as Comic Cons), a prática do Cosplay surgiu através dos fãs de Star Trek que iniciaram este tipo de atividade nos anos 60, vestindo-se como personagens da série de TV.

Os Cosplays deixam um evento de quadrinhos muito mais parecido com um EVENTO DE QUADRINHOS. E não apenas os Cosplayers se envolvem no processo, o público participa interagindo conversando e trocando idéias ou tirando fotos com personificações de seus heróis favoritos. É fácil entender porque algumas das exigencias sejam paciencia, bom humor e simpatia pois ir a uma convenção usando um Cosplay significa posar para muitas fotos e atender muitas pessoas.

Conhecer o personagem é importante para interpretá-lo e isso inclui conhecer seu tipo de postura para variar bastante as poses, afinal uma convenção significa muitas fotos, muitas reportagens, muitos veículos fazendo a cobertura...Um bom cosplayer não vai querer aparecer em todas as fotos com a mesma pose:)

Dê uma olhadinha no vídeo abaixo e veja a potencia que são os cosplays numa convenção de quadrinhos e não esqueça a regra de ouro, a mais importante: Divirta-se!



Interessou? Veja mais em Movie Maven

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Fantasma Escarlate de Fernando Lima!


Reunindo influencias diversas da ficção científica, tokusatsu e hanna barbera, o Fantasma Escarlate, criação do quadrinista Fernando Lima chega ao formato cbr via Laboratório Espacial, trazendo aventuras simples e auto-contidas. Um Quadrinho para todas as idades que alia mensagem de preservação ambiental e entretenimento.

As aventuras do Fantasma Escarlate foram publicadas inicialmente no www.armagem.com, agora compiladas em formato cbr foram disponibilizadas também no www.laboratorioespacial.com. Para ler a hq é só fazer o dowonload.

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