segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Coração Brasileiro: Um agradecimento aos amigos e mestres!



“Quando pensei nesta exposição achei que seria uma chateação para os artistas, convidá-los para uma experiência maluca em condições adversas de tempo e cifras. Não havia ainda um nome, apenas um tema: o herói cabeça chata criado pelo Mino que estava completando 40 anos de existência. Pensei como seria bacana ver esse personagem retratado em diversos traços com a visão particular de cada artista. Acho que até devo desculpas a alguns artistas por convidá-los numa época tão complicada - dezembro requer um esforço maior de qualquer pessoa com tanta atividade que aparece: presentes, viagens, encomendas de trabalhos já agendados, festas, eventos etc. Mas dizem que as crianças os loucos e os artistas possuem uma percepção especial do mundo e, acreditando nisso, resolvi aperrear meus amigos quadrinhistas, cartunistas e ilustradores, convidando-os para uma jornada maluca somada a um desafio criativo. Para minha surpresa a maior parte da turma que chamei topou o desafio, ou melhor, conseguiu adequar o desafio às atividades já agendadas do fim de ano.

Assim todos puderam ver a reinvenção do Capitão Rapadura por estes incríveis artistas que além do talento, da ténica, do profissionalismo mostraram no Dia do Quadrinho Nacional a força que tem o CORAÇÃO BRASILEIRO:

A vocês, meus mestres e amigos o meu grande obrigado!
Ass. JJ Marreiro”

A primeira montagem da exposição aconteceu na Gibiteca de Fortaleza de 25 de Janeiro a 8 de fevereiro na Gibiteca de Fortaleza. Biblioteca Dolor Barreira: Av. Universidade, 2572, Fortaleza-CE.
Os artistas que deram sua inestimável colaboração:

Alexandre Lima;     Alexandre Nagado;    Antonio Eder;   Antônio Cedraz;   Brum;


Jean Okada;    Jean Sinclair;    José Carlos Braga;   Júlia Pinto;    Laudo Ferreira Jr;


Robson Albuquerque;    Romahs;    Walber Feijó;    Will;

(Para acréscimos e correções é só deixar a pista aí no comentário)



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Tabela de Produção e Acompanhamento

Na busca por organizar trabalho e produção vamos encontrando e testando métodos e recursos. Aqui apresento um recurso bastante prático, simples, útil e ágil.

A tabela de produção é um artifício que parece careta e antiquado diante de tanta tecnologia à disposição. Como vários equipamentos e métodos para organização de produção ela pode ser útil para uns e inútil para outros.

A tabela precisa ser visível o tempo todo, ou seja, é interessante que esteja próximo de sua mesa de trabalho. De início ela pode promover a hierarquia por nível de urgência de cada atividade. As coisas mais importantes na linha de cima. Promover o acompanhamento das atividades para você e para sua equipe. Com uma olhada rápida é fácil saber em que pé está cada atividade (ou projeto) desde seu início até sua conclusão. É bastante útil escrever as datas de início e termino de cada atividade.

O acompanhamento se faz usando um Post It (aqueles papeizinhos adesivos). Você põe o título da atividade e a data de início no post it e vai caminhando com ele através da tabela sincronizando a atividade com a grade de acompanhamento. Obviamente o início é em O que preciso FAZER: Aqui você põe as atividades a serem realizadas.
Ao começar a atividade o Post It é deslocado para O que estou FAZENDO :) E quando a atividade estiver concluída ele ficará algum tempo em O que foi FEITO.

Ao concluir as tarefas você pode reunir os post its em um bloco e avaliar sua produtividade em função do tempo ou quantidade de atividades. Isto te dará uma visão clara do seu aproveitamento.

Este método de acompanhamento foi desenvolvido pela fábrica Toyota e no Japão a tabela recebe o nome de Kanban. Existem em versões físicas e digitais e são adaptados para diversas finalidades. Aqui tomei a liberdade de compartilhar a versão que uso em meu estúdio, mas você pode criar uma versão própria, mais adequada às suas necessidades. Minha sugestão é que imprima em PVC adesivado e coloque na sua área de trabalho junto com um bloco de Port Its. Mais uma dica: Se estiver trabalhando em um projeto secreto da NASA use criptografia nos Post Its :)


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Sobre Spectreman e a P-Productions

Spectreman: Os perigos da Poluição
Spectreman - O Herói Ecológico (Megahero)
Spectreman (Supectoraman) 1971
TV Sinopse
O Adeus a Spectreman
Spectreman (blog do Ranger Sombra)
Spectreman Forever Hero (nerdinsano)
Os 10 melhores episódios de Spectreman (HERÓI)
Spectreman resenha (J Box)
Supekutoraman (arislanet)
Spectreman (Henshin)
Spectreman (wikipedia)
Lembra desse: Spectreman (Emperor Corporation)
Contra a Poluição: Chamam Spectreman (Novo Clarim)


Entrevista com Luís Nunes, o dublador de Spectreman
Entrevista com Carlos Seidl (Dr. Gori/ Seu Madruga)



P-Productions: A brief story
P-Productions (blog do Ranger Sombra)
Tokusatsus Brasil

Lion Man no Sushi Pop
Tokusatsu na Cultura Pop



Download Spectreman Editora Bloch
(Rock Quadrinhos Scans)

Download Spectreman Editora Bloch
(Komiker BR)

HQs de Eduardo Vetillo (desenhista de Spectreman)
 e Walter Vetillo
MANGÁ do Spectreman (KN78 Fansub)





Spectreman
Música de Abertura (USA/Brasil)
Intr.: C C7 C6 C

C            C7
Spectreman!
C6           C
Spectreman!

C
Hear the flash
F
Like a flame
C
Faster
F
Than a plane
C
A mistery
F
With the name
C            F
Spectreman!
C
Power
F
From the space
C
He'll save
F
The human race
C
Yet they'll never
F
Know the face
C
Of Spectreman!

Solo: Eb C Eb G7

F
We will never know the source
Bb
Of his power and his force
Eb                                  Ab  G  F  Fm
As he guides this planet's course
C
Spectreman!

Spectreman!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Muzinga !

Muzinga é um andarilho que gira o mundo à procura de novas respostas para velhas perguntas e de novas perguntas para velhas respostas. As hqs deste instigante personagem criado por André Diniz podem ser vistas no site MUZINGA!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

JJ Marreiro Profile


Esta postagem tem por objetivo agilizar o trabalho de alguns amigos da imprensa a encontrarem as informações sobre meu trabalho como cartunista, ilustrador, professor de desenho e quadrinhos que estão no google e em outros lugares como a Enciclopédia dos Quadrinhos.


JJ Marreiro
Começou a lecionar desenho e ilustrar livros em 1991, formou-se em Publicidade pela Universidade de Fortaleza em 2005. Estudou técnicas de desenho animado como cineasta argentino Felix Follonier e cinema de animação no curso do Diretor Cinamatográfico Telmo Carvalho na instituição Casa amarela. Integrou a Oficina de Quadrinhos da UFC, foi um dos fundadores do primeiro estúdio profissional de quadrinhos do Ceará (Graph It Estúdios, 1996) e do Fórum de Quadrinhos do Ceará (2010). Editou em 1994 O Pergaminho (apontado como um dos primeiros fanzines de RPG do Brasil) e em seguida ao lado de Daniel Brandão e Geraldo Borges editou o Manicomics, vencedor do Troféu HQ Mix 2002, 2005, 2006 na categoria Fanzine, entre outros prêmios. Teve trabalhos publicados no Brasil, Estados Unidos, Europa e Oriente Médio em editoras como Trama, Abril, Panini, DC Comics, Moonstone, AK Comics e instituições como Fundação Roberto Marinho e Grupo Edson Queiroz. Sua tira Lucy e Sky já foi publicada em jornais dos estados Rio de Janeiro, São Paulo Rio Grande do Sul e Ceará. Participou do álbum MSP+50 em homenagem ao quadrinhista Maurício de Sousa (2010) e do álbum MONICA's (2013). Em 2014 participou dos álbuns O Gralha-Tão Banal quanto original, Clássicos revisitados Vol.2, As Histórias Perdidas do Capitão Gralha (Editora Quadrinhópole) Gralga: O herói, o pinhão , o louco e a morte. Marreiro é criador de diversos personagens entre os quais estão Zohrn, Mulher-Estupenda, Beto Foguete e Garotas da Selva e coordena (ao lado do jornalista Fernando Lima) o projeto editorial Laboratório Espacial. Em 2019/20/21, ao lado do roteirista L.C. Braga, desenvolveu o projeto Direito Constitucional em Quadrinhos. No mesmo período foi responsável pelas capas de revista norte-americana The Incapable TRUMP (#03 e #04) para o Roaring Sun Studios (NY-USA).














Versões Curtas:
- Estreou Profissionalmente em 1991, ilustrando livros infantis e ministrando aulas de desenho. Editou os fanzines Pergaminho (de RPG) e o Relatório da Situação (de Ficção Científica). Integrou a Oficina de Quadrinhos da UFC a partir de 1993, onde foi monitor e professor. Foi co-editor do Manicomics (3 vezes vencedor do Troféu HQMix na categoria Fanzine-2002, 2005, 2006). Fez ilustrações e charges para o site universohq.com, Revista Wizard Brasil, Coleção Mundo Estranho. Publicou suas tiras em jornais do RJ, SP, CE e RS. Ao lado do jornalista Fernando Lima, lançou o projeto editorial Herói Z. Participou dos álbuns Monica's e MSP+50 (Maurício de Sousa Produções), As Aventuras Perdidas do Capitão Gralha, Gralha Tão Original quanto Banal e Clássicos revisitados V2 (Ed Quadrinhópole). Teve trabalhos publicados na Ed. Abril, Panini, Fundação Roberto Marinho, Fundação Edson Queiroz, DC Comics e outras. Atua como ilustrador, editor e criador de HQs e ministra Palestras, Oficinas e Workshops nesta área. 

- Cartunista, Ilustrador, Professor de Desenho e Quadrinhos desde 1991. Com trabalhos publicados nas instituições: Editora Abril, Editora DC Comics e Roaring Sun Studios (Estados Unidos), Maurício de Sousa Produções, Fundação Roberto Marinho e Fundação Edson Queiroz.

 - Três vezes vencedor do HQMix de melhor Fanzine (com o Manicomics), criador dos personagens Zohrn, Mulher-Estupenda, Beto Foguete e da Tira Lucy & Sky. Marreiro começou a trabalhar com quadrinhos em 1991 ilustrando material de informática e ministrando aulas de desenho para crianças. Formado em Publicidade com atuação nas áreas de Design e Arte-educação. Participou dos álbuns MSP + 50,  Monica's, Gralha Artbook, Gralha Tão Banal quanto Original, As Aventuras Perdidas do Capitão Gralha, Antologia do Quadrinho Cearense entre outros. Teve trabalhos publicados na Ed. Abril, Panini, Fundação Roberto Marinho, Fundação Edson Queiroz, DC Comics e outras. Ministra Palestras, Treinamentos e Workshops sobre Quadrinhos e seu Potencial de Comunicação.

-JJ Marreiro criou, ao lado de Daniel Brandão e Geraldo Borges, o Graph It estúdio, primeiro estúdio profissional de quadrinhos do Ceará. Marreiro já desenhou parapublicações de diversas editoras — Abril, Trama, Positivo e Ática entre outras — e também para o mercado internacional. Publicou ilustrações e charges nas revistas Dragão Brasil, Sci-Fi News, Wizard Brasil (Editora Panini) e nos jornais Diário do Nordeste e O Povo (CE), Jornal Metrópole (SP), Jornal do Centro (RJ), Agora(RS); Também nos sites Universohq.com, Hyperfan; Bem como nos Graphic Álbuns MSP + 50 e Monica’s (Maurício de Sousa Produções), O Gralha-Tão Banal quanto original e Clássicos revisitados Vol.2 (Editora Quadrinhópole) e o livro 100 respostas sobre Super-Heróis (Ed. Abril). Três vezes vencedor do Troféu HQ Mix com o fanzine Manicomics publicou também nas revistas Capitão Rapadura, Capitão Tocha e Rivista. Ministra aulas e oficinas de desenho e quadrinhos desde 1991. É editor das revistas Herói Z, Beto Foguete, Mulher-Estupenda e do blog Laboratório Espacial.

Mais:
JJ Marreiro no Guia dos Quadrinhos
JJ Marreiro no Bigorna

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Sobre Desenho e além



Existem diversos motivos que nos levam a aprender coisas novas, independente disto, o processo de aprendizado embora partilhado, ocorre de maneira muito pessoal. Cada pessoa tem seu ritmo e cada um tem obstáculos distintos a transpor. O importante é estar disposto a superar o desafio de aprender. Neste sentido o maior inimigo para o aprendizado é você mesmo, seus conceitos e preconceitos. Até o senso crítico pode tornar-se um inimigo feroz combatendo sua evolução, desmerecendo suas conquistas e superestimando as dificuldades.

Somos treinados a negar o erro, a evitar o erro, a ojerizar o erro, quando, de fato, o erro nos ajuda a descobrir outros caminhos na direção do acerto. Só não erra quem não tenta e quem não tenta se coloca na postura de derrota antes mesmo de iniciar a batalha.

Errar e conformar-se, travar, recalcar é uma postura comum, e esta é a postura que mata a evolução e a criatividade. Olhar para seu erro e analisar sua origem, é uma jornada de autoconhecimento. Com um traço no lugar errado, outro traço surgirá também em local inadequado, retas e arcos se revesarão também em desacordo com o seu objetivo inicial. Identificar o primeiro traço inadequado, comparar o conjunto, avaliar as áreas de limite te darão informações suficientes para facilitar o processo na execução da próxima arte. Saber onde errou é vital para o “aprender”.

Criticar jocosamente seu erro e o erro do outro pode ser um refúgio confortável para evitar o fato de que quando você olha para seu desenho, você está vendo a si mesmo: Suas falhas e suas imprecisões.

Se há falhas e imprecisões que nos constituem como um ser humano saudável, há falhas e imprecisões que precisam ser trabalhadas socialmente para nossa própria evolução e para a evolução da sociedade. De fato nenhum ser humano é melhor que outro, mas você pode ser amanhã um ser humano melhor do que foi hoje. Negar seus defeitos não ajuda no processo. Repetir apenas as soluções que conhece também não ajudará no processo. A mudança demanda coragem, tentar um novo olhar, desenvolver uma nova perspectiva é, de certo modo, reinventar uma parte de si. E isto não se faz sem enfrentar o medo, sem enfrentar o preconceito, sem demolir processos mentais que te engessam e afogam seu lado criativo. Esse misto de coragem para encarar os desafios, humildade para abraçar o que é novo e perseverança para chegar em seu objetivo fazem parte da dinâmica de aprender desenho, mas, será que não são elementos que nos ajudam também em outras áreas da vida? Não tenha medo dos seus erros, não se intimide com a crítica alheia, mergulhe no processo de cabeça, transforme a experiencia em algo atemporal e único, envolva-se na construção do seu saber e do seu desenvolvimento. Se você se entregar com honestidade a seus objetivos é muito improvável que coisas negativas advenham disto, na pior das hipóteses você sairá do processo mais forte.


Dicas (se o link estiver ativo dá pra baixar o livro em questão):
Figure Drawing - Andrew Loomis:  link 01 - link 02 - link 03
Dinamic figure drawing - Burne Hogarth  link 01 - link 02
Drawing Head and Hands - Andrew Loomis:  link 01 - link 02

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Capa do livro GALEÃO de Gian Danton


Capa de Galeão, romance histórico de Gian Danton.

"Depois de uma noite de terror, em que algo terrível acontece, os sobreviventes descobrem que estão em um navio que não pode ser governado e repleto de mistérios. A comida está sumindo, alguém está cometendo assassinatos, uma mulher é violentada e o tesouro do capitão parece ter alguma relação com todo o tormento pelo qual estão passando."

Web: http://www.9bravos.com.br/catalogo/literatura/galeao/