domingo, 21 de dezembro de 2014

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Fragmentos de um Brasil na Segunda Guerra Mundial

Um blog serve para muitas coisas, entre elas reunir e compartilhar informações entre pessoas com interesses comuns.

Enquanto a História é um tema interessante porque fala da nossa cultura, da nossa evolução como povo e civilização, por outro lado é negligenciada seja propositalmente seja casualmente. Testes vestibularescos abordam a história pelo prisma da complexidade pois seu propósito não é educativo: é eliminatório. Disso acaba padecendo o sistema escolar que, para adaptar os alunos à realidade, submete-se a desde cedo promover avaliações de caráter excludente ao invés de promover a inclusão, informação e formação.

Durante a segunda guerra mundial navios brasileiros foram atacados por submarinos alemães. O prisma Histórico nos leva a considerar várias abordagens e possibilidades para os fatos históricos, essas análises e interpretações estão submetidas aos interesses do falante. Esta postagem porquanto pode parecer irrelevante ou fora de contexto está neste blog principalmente porque um blog é também um "diário" um registro de coisas. E recentemente fui trazido ao tema da segunda guerra mundial por conta de meu trabalho com ilustração e quadrinhos.

Tomei a liberdade de deixar aqui para futuras referencias material de outros blogs que achei pertinentes à minha pesquisa. Blogs e sites vivem saindo do ar, então copiei as partes que me eram relevantes para cá. Os links das publicações originais estão abaixo desta postagem e algumas das imagens também contem créditos.







U-507: O SUBMARINO QUE AFUNDOU O BRASIL NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL isbn: 9788570114938
 SINOPSE
Entre os dias 15 e 17 de agosto de 1942, o submarino alemão U-507(sob o comando do Oficial Capitão Harro Schacht) torpedeou cinco navios brasileiros na costa nordestina, entre Sergipe e Bahia. O Brasil, que até então se declarava neutro, mas sem constrangimento colaborava com o esforço de guerra norte-americano, de repente viu-se obrigado a abandonar a sua cômoda posição de país não-beligerante. Diante da revolta da população, que saiu às ruas em protesto, depredando estabelecimentos comerciais pertencentes a imigrantes alemães, italianos e japoneses, o presidente Getúlio Vargas declarou guerra ao Eixo poucos dias depois.

A partir de entrevistas com sobreviventes e de uma extensa pesquisa bibliográficas realizadas ao longo de três anos, o livro reconstrói aqueles dias sangrentos, mostrando o drama dos mais de 600 brasileiros mortos nos afundamentos dos mercantes Baependy, Araraquara, Aníbal Benévolo, Itagiba e Arará. Náufragos devorados por tubarões, sobreviventes vagando por mais de dois dias sem água ou comida e a menininha que sobreviveu ao afundamento do Itagiba boiando por horas dentro de uma caixa de madeira vazia. Todas essas histórias são contadas em detalhes em U-507: O Submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra, o relato mais completo já publicado sobre esta importante página da história brasileira, repleta de dor, sofrimento, indignação e, sobretudo, heroísmo.



Aqui os links originais para as matérias citadas e preproduzidas nesta postagem:
https://chicomiranda.wordpress.com/2012/03/14/os-navios-brasileiros-torpedeados/
http://tokdehistoria.com.br/2013/11/23/1942-o-protesto-dos-estudantes-natalenses-contra-o-nazismo/
http://noticias.terra.com.br/brasil/pearl-harbor-brasileiro-determinou-entrada-na-2-guerra-ha-70-anos,0b41dc840f0da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

U-50
7 O Navio que afundou o Brasil, na Segunda Guerra Mundial
http://www.defesanet.com.br/ecos/noticia/18926/Operacao-Brasil---U-507-o-Lobo-Solitario-ataca/http://www.defesanet.com.br/ecos/noticia/18926/Operacao-Brasil---U-507-o-Lobo-Solitario-ataca/


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Guardiões da Galáxia : Guardiões na Ópera



O termo Space Opera, a exemplo de vários outros teve sua conotação mudada com o tempo. Surgido
inicialmente como termo depreciativo e se sofisticado para categorizar um tipo específico (e muito nobre) de ficção científica: dramas heróicos passados em mundos distantes envolvendo grandes conflitos ou combates em um tom otimista. A odisséia de Flash Gordon no Planeta Mongo, a trajetória da família Skywalker em Guerra nas Estrelas e as viagens da nave estelar Enterprise e sua tripulação ganham agora uma companhia inusitada. O até então desconhecido e desajustado grupo de super-heróis espaciais da Marvel Comics: Os Guardiões da Galáxia.

Houve tempos em que ler uma história em quadrinhos era uma experiência não apenas fascinante, divertida e única: era uma experiência autocontida. Nesta época, surgiram os personagens Thanos, Warlock, Gamora, Rock Racoon, Nova e os Guardiões da Galáxia. É preciso dizer que com a evolução do mercado de quadrinhos e a influência (e concorrência) dos mangás, os quadrinhos ocidentais ganharam histórias confusas, falsamente adultizadas, sem fim, repletas de ganchos e atadas a supersagas de final medíocre.

Se há um mérito que precisa ser dado às adaptações cinematográficas é que quando bem executadas elas “limpam a casa” para que um novo público possa embarcar na sua narrativa compreendendo exatamente do que se trata a trama e quem são os personagens. E é isto que está acontecendo com os Guardiões da Galáxia.

Uma busca interplanetária por meio de planetas exóticos repletos de adversidades e ameaças de grandes
proporções. Ronan é um vilão perverso e poderoso sem maiores conflitos psicológicos no que tange a massacrar seus desafetos. Entre estes desafetos estão os protagonistas: Senhor das Estrelas, Petter Quill, um “herói” cheio de defeitos, mas carismático e inteligente; Gamora, uma assassina habilidosa com motivações dúbias; Rocket Racoon um contraventor e caçador de recompensas de temperamento irascível;  Groot, uma forma de vida vegetal com um perspectiva diferente de todos... e Drax, também chamado de Destruidor - a vingança, o ódio e a fúria materializados num personagem curiosamente cativante.

E a reboque de uma incrível aventura a produção explora, expande e apresenta ao público o universo espacial já conhecido pelos leitores dos quadrinhos. Referências diretas e pequenas citações ocultas fazem parte desta construção, mostrada de uma maneira convincente e cativante. Pronta para conquistar fãs de quadrinhos e leigos da mesma forma. Com isto o Universo Espacial dos filmes Marvel se mostra sólido o suficiente e se torna um ambiente propenso a ser visitado várias e várias vezes.

Laboratório Espacial:  Guardiões na Ópera


Blogosfera (Roberto Sadovski): Link da matéria
Universo HQ: http://www.universohq.com/materias/quem-sao-os-guardioes-da-galaxia/
HQROCK:
https://hqrock.wordpress.com/2013/11/08/guardioes-da-galaxia-conheca-os-personagens-do-filme/
Omelete: http://omelete.uol.com.br/guardioes-da-galaxia/#.U5hHovldV8F
Baile dos Enxutos:
http://bailedosenxutos.com/guardioes-da-galaxia-cenas-ineditas-e-descricao-dos-personagens/
Loucos por Filmes:
http://www.loucosporfilmes.net/2014/02/guardioesdagalaxiaconhecaospersonagens.html#.U5i6t_ldV8E
Plano Crítico: http://www.planocritico.com/especial-guardioes-da-galaxia/
Leituras de BD - resenha do álbum Guardiões da Galáxia: Vingadores Cósmicos:
http://nblo.gs/XVK0c
Plano Crítico. GAmora Primeira Aparição:
http://www.planocritico.com/critica-strange-tales-180-primeira-aparicao-de-gamora/
Plano Crítico. Drax e Thanos: Primeira Aparição:
http://www.planocritico.com/critica-o-invencivel-homem-de-ferro-55-primeira-aparicao-de-thanos-e-drax-o-destruidor/

Dínamo Art:
Guardiões da Galáxia - Parte 1
http://www.dinamo.art.br/resenha/guardioes-da-galaxia-a-primeira-geracao-que-surgiu-depois-da-segunda-parte-1-iabadabadoons/
Guardiões da Galáxia - Parte 2
http://www.dinamo.art.br/resenha/guardioes-da-galaxia-a-primeira-geracao-que-surgiu-depois-da-segunda-parte-2-pode-me-informar-se-esse-onibus-passa-perto-de-uma-ameaca-cosmica/
Guardiões da Galáxia - Parte 3
http://www.dinamo.art.br/resenha/guardioes-da-galaxia-a-primeira-geracao-que-surgiu-depois-da-segunda-parte-3-ele-ela/

RESENHAS DO FILME:
Poltrona Pop
Blogosfera (Roberto Sadovski)


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Hackeando a Educação

Se você impõe um tipo só de saber a todas as pessoas vc não está trabalhando a educação, você está praticando um tipo cruel de lobotomia:) Aqueles que se opõem ao adestramento vestibularesco podem achar interessante a linha de raciocínio desenvolvida nos vídeos abaixo.

O TED (Technology, Entertainment, Design) é um projeto cuja função é promover por meio de mini-palestras "idéias que merecem ser disseminadas"

A:


B:


C:

http://www.ted.com/

terça-feira, 20 de maio de 2014

Ilustrações

Algumas dessas foram para um material didático sobre a língua inglesa, a última foi sobre o Brasil e algumas coisas com as quais convivemos nos noticiários: trabalho infantil, atendimento na saúde pública e superlotação nas cadeias.






terça-feira, 6 de maio de 2014

Capitão Alfa

O Capitão Alpha é um Herói Espacial criado pelo cartunista/artista plástico José Carlos Braga Câmara. Inspirado nos moldes clássicos de heróis com seus uniformes galantes, pistolas de raios e belas companheiras alienígenas, o personagem fez sua estreia numa publicação online organizada pela editora Michelle ramos.

Nesta arte resolvi prestar homenagem ao personagem do Braga emulando o traço de um artista que inspirou gerações inteiras de leitores e artistas:Jack "The King" Kirby.


Primeira HQ do Cap. Alpha

terça-feira, 15 de abril de 2014

Do Zero ao Desenho

Durante o período de Janeiro a Março /2014 ministrei, no Porto Iracema das Artes, um curso de desenho configurado na forma da disciplina de Expressão Gráfica a convite da Profa. Lízie Sancho. Defini o propósito do curso como quebrar preconceitos combatendo a ideia de que só desenha quem possui um dom especial. Para tanto chamei pessoalmente o curso de: Do Zero ao Desenho.

Contei com o apoio das obras de Betty Edwards, Phillip Hallawell, Andrew Loomis e notas de aula do Prof. José Marconi, além da minha experiencia na prática do que funciona e do que não funciona para a execução de um desenho.

Concluí que se o praticante tiver compromisso e esforço, ele conseguirá apreender, desenvolver e explorar com muita competência (e para além disto) a técnica do desenho. Respeito a opinião de quem não acredita no ensino do desenho, de quem ainda insiste no pensamento medieval de que um ser humano é melhor que outro porque possui "dom". Sou compelido portanto a crer no que vejo funcionar: empenho, dedicação, esforço mostram melhores resultados que dons ou poderes mágicos.

Não é possível aprender desenho sem prática, sem esforço, sem dedicação. Parabéns aos alunos  -agora amigos- que tiveram coragem e determinação de concluir a disciplina de Expressão Gráfica até o final. Agradecimentos especiais à Profa. Lízie Sancho e aos Mestres José Marconi Bezerra e Betty Edwards.

JJ Marreiro

PS: Abaixo o registro da evolução do poder de observação e traço conquistados após várias e cansativas horas de prática. 




mais:
SOBRE DESENHO E ALÉM

JJ MARREIRO PROFILE

P-Produtions (artigo da Comix Book Shop Magazine #23)

O material abaixo é referente a edição 23 da revista Comix Book Shop Magazine. As páginas receberam uma pequena edição digital para figurar melhor um pouco no blog. O artigo foi produzido por Ricardo Cruz.


sexta-feira, 11 de abril de 2014

O Inesquecível Spectreman

Matéria redigida por Ricardo Cruz para a revista Comix Milênio nº3 (Editora Escala)


Gibiteca de Fortaleza - Ambiente Plural

Matéria publicada na Revista SIARÁ (23 de setembro de 2012)
Tema Gibiteca de Fortaleza




quinta-feira, 10 de abril de 2014

HQs e Infográficos

Essa arte foi produzida para um material de empreendedorismo. Inicialmente deveria ser uma História em Quadrinhos, no final acabou ganhando ares de infográfico. É possível dizer que as HQs possuem entre seus elementos importantes: narrativa e sequencia; e os Infográficos centram em dados/fatos + imagens. Em alguns momentos o limite entre ambos é tênue, embora devam existir autores que não teçam distinções.




segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Coração Brasileiro: Um agradecimento aos amigos e mestres!



“Quando pensei nesta exposição achei que seria uma chateação para os artistas, convidá-los para uma experiência maluca em condições adversas de tempo e cifras. Não havia ainda um nome, apenas um tema: o herói cabeça chata criado pelo Mino que estava completando 40 anos de existência. Pensei como seria bacana ver esse personagem retratado em diversos traços com a visão particular de cada artista. Acho que até devo desculpas a alguns artistas por convidá-los numa época tão complicada - dezembro requer um esforço maior de qualquer pessoa com tanta atividade que aparece: presentes, viagens, encomendas de trabalhos já agendados, festas, eventos etc. Mas dizem que as crianças os loucos e os artistas possuem uma percepção especial do mundo e, acreditando nisso, resolvi aperrear meus amigos quadrinhistas, cartunistas e ilustradores, convidando-os para uma jornada maluca somada a um desafio criativo. Para minha surpresa a maior parte da turma que chamei topou o desafio, ou melhor, conseguiu adequar o desafio às atividades já agendadas do fim de ano.

Assim todos puderam ver a reinvenção do Capitão Rapadura por estes incríveis artistas que além do talento, da ténica, do profissionalismo mostraram no Dia do Quadrinho Nacional a força que tem o CORAÇÃO BRASILEIRO:

A vocês, meus mestres e amigos o meu grande obrigado!
Ass. JJ Marreiro”

A primeira montagem da exposição aconteceu na Gibiteca de Fortaleza de 25 de Janeiro a 8 de fevereiro na Gibiteca de Fortaleza. Biblioteca Dolor Barreira: Av. Universidade, 2572, Fortaleza-CE.
Os artistas que deram sua inestimável colaboração:

Alexandre Lima;     Alexandre Nagado;    Antonio Eder;   Antônio Cedraz;   Brum;


Jean Okada;    Jean Sinclair;    José Carlos Braga;   Júlia Pinto;    Laudo Ferreira Jr;


Robson Albuquerque;    Romahs;    Walber Feijó;    Will;

(Para acréscimos e correções é só deixar a pista aí no comentário)



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Tabela de Produção e Acompanhamento

Na busca por organizar trabalho e produção vamos encontrando e testando métodos e recursos. Aqui apresento um recurso bastante prático, simples, útil e ágil.

A tabela de produção é um artifício que parece careta e antiquado diante de tanta tecnologia à disposição. Como vários equipamentos e métodos para organização de produção ela pode ser útil para uns e inútil para outros.

A tabela precisa ser visível o tempo todo, ou seja, é interessante que esteja próximo de sua mesa de trabalho. De início ela pode promover a hierarquia por nível de urgência de cada atividade. As coisas mais importantes na linha de cima. Promover o acompanhamento das atividades para você e para sua equipe. Com uma olhada rápida é fácil saber em que pé está cada atividade (ou projeto) desde seu início até sua conclusão. É bastante útil escrever as datas de início e termino de cada atividade.

O acompanhamento se faz usando um Post It (aqueles papeizinhos adesivos). Você põe o título da atividade e a data de início no post it e vai caminhando com ele através da tabela sincronizando a atividade com a grade de acompanhamento. Obviamente o início é em O que preciso FAZER: Aqui você põe as atividades a serem realizadas.
Ao começar a atividade o Post It é deslocado para O que estou FAZENDO :) E quando a atividade estiver concluída ele ficará algum tempo em O que foi FEITO.

Ao concluir as tarefas você pode reunir os post its em um bloco e avaliar sua produtividade em função do tempo ou quantidade de atividades. Isto te dará uma visão clara do seu aproveitamento.

Este método de acompanhamento foi desenvolvido pela fábrica Toyota e no Japão a tabela recebe o nome de Kanban. Existem em versões físicas e digitais e são adaptados para diversas finalidades. Aqui tomei a liberdade de compartilhar a versão que uso em meu estúdio, mas você pode criar uma versão própria, mais adequada às suas necessidades. Minha sugestão é que imprima em PVC adesivado e coloque na sua área de trabalho junto com um bloco de Port Its. Mais uma dica: Se estiver trabalhando em um projeto secreto da NASA use criptografia nos Post Its :)


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Sobre Spectreman e a P-Productions

Spectreman: Os perigos da Poluição
Spectreman - O Herói Ecológico (Megahero)
Spectreman (Supectoraman) 1971
TV Sinopse
O Adeus a Spectreman
Spectreman (blog do Ranger Sombra)
Spectreman Forever Hero (nerdinsano)
Os 10 melhores episódios de Spectreman (HERÓI)
Spectreman resenha (J Box)
Supekutoraman (arislanet)
Spectreman (Henshin)
Spectreman (wikipedia)
Lembra desse: Spectreman (Emperor Corporation)
Contra a Poluição: Chamam Spectreman (Novo Clarim)


Entrevista com Luís Nunes, o dublador de Spectreman
Entrevista com Carlos Seidl (Dr. Gori/ Seu Madruga)



P-Productions: A brief story
P-Productions (blog do Ranger Sombra)
Tokusatsus Brasil

Lion Man no Sushi Pop
Tokusatsu na Cultura Pop



Download Spectreman Editora Bloch
(Rock Quadrinhos Scans)

Download Spectreman Editora Bloch
(Komiker BR)

HQs de Eduardo Vetillo (desenhista de Spectreman)
 e Walter Vetillo
MANGÁ do Spectreman (KN78 Fansub)





Spectreman
Música de Abertura (USA/Brasil)
Intr.: C C7 C6 C

C            C7
Spectreman!
C6           C
Spectreman!

C
Hear the flash
F
Like a flame
C
Faster
F
Than a plane
C
A mistery
F
With the name
C            F
Spectreman!
C
Power
F
From the space
C
He'll save
F
The human race
C
Yet they'll never
F
Know the face
C
Of Spectreman!

Solo: Eb C Eb G7

F
We will never know the source
Bb
Of his power and his force
Eb                                  Ab  G  F  Fm
As he guides this planet's course
C
Spectreman!

Spectreman!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Muzinga !

Muzinga é um andarilho que gira o mundo à procura de novas respostas para velhas perguntas e de novas perguntas para velhas respostas. As hqs deste instigante personagem criado por André Diniz podem ser vistas no site MUZINGA!